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Vestimos o chão que pisa

Hoje é dia de homenagem ao Tapete, esse objeto às vezes tão ignorado quando está presente e tão notado quando está ausente!

A verdade é essa, umas vezes nem notamos os tapetes que pisamos, mas se o tirarem logo sentimos a sua falta, a falta do conforto que oferecem e do quão completam a divisão.

A arte da tapeçaria é talvez uma das artes têxteis mais antigas do mundo. Acredita-se que os primeiros tapetes tenham sido produzidos por povos nómadas da Ásia Central (persas e orientais) por volta do segundo milénio a.c. De facto, há exemplares em museus com mais de 2500 anos. É neste contexto que surge o tão famoso tapete persa, cuja técnica de tecelagem e motivos são únicos.


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Tapete Adza
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Tapete Ashwin
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Tapete Maya
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Tapete Jalna
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Tapete Bebera



Os primeiros tapetes eram tecidos à mão, usando teares rudimentares. Já nesta altura estima-se que se apresentavam com uma dupla função: era uma forma de isolamento térmico imprescindível nas tendas nómadas, mas também objeto de decoração. Os primeiros tapetes foram confecionados com lã de ovelha e decorados com desenhos simples.

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Tapete Luna
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Tapete Ary
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Tapete Farooka
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Tapete Bellika
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Tapete Zulu
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Tapete Malko

Com o passar do tempo, o processo de tecelagem e os motivos dos tapetes evoluíram, muito de acordo com cada cultura e usando as técnicas e matérias disponíveis em cada local. Por exemplo, os tapetes persas ficaram conhecidos pela sua técnica de tecelagem com nós assimétricos e os seus desenhos de grande rigor e detalhe.

Durante a Idade Média, os tapetes orientais ganharam popularidade na Europa. Entre a nobreza eram sobretudo usados como símbolo de riqueza e de estatuto social, para além de proporcionarem conforto e isolamento nos castelos e mansões. A produção de tapetes ganha relevo, nesta altura, também na Índia, China e Médio Oriente.

A introdução de teares mecânicos durante a Revolução Industrial permitiu uma produção mais rápida que levou à diminuição do custo de produção, o que permitiu o acesso deste tipo de artigos à classe média e o movimento de design modernista, no século XX,  incute uma abordagem inovadora aos tapetes, incorporando estilos e padrões geométricos, cores ousadas e materiais não tradicionais. Por conseguinte, artistas e designers famosos, criaram tapetes icónicos que refletiam as tendências estéticas de cada época.

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Tapete Kieran

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Tapete Urbana
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Tapete Prospera

Atualmente, para além da componente estética e do conforto, é de grande relevo também a questão da sustentabilidade, usar matérias que não esgotam os recursos naturais e que contribuem para um planeta mais eco-friendly... Um exemplo perfeito são os tapete de juta, uma fibra natural, resistente e sustentável...

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Tapete Mikat
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Tapete Navala
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Tapete Rozza


Mais do que nunca, os tapetes são parte integrante da decoração de interiores. E como não há limites para a criatividade, atualmente temos ao dispor uma panóplia de estilos matérias, formas, tamanhos de tapetes, para todos os gostos, orçamentos e objetivos, é só escolher aqui!


Author Name
La Redoute,
26/06/2023